A
história da comunidade Jurema e surgimento dos quilombolas
chegaram a esta comunidade que fica a beira do
rio vaza Barris, vindo de Sergipe e de outras localidades fugindo do trabalho
escravo das fazendas da região, que um tempo de acomodação deram ao nome dessa
localidade de jurema por existir muita madeira deste porte, que ajudava na
renda de suas famílias tirando a madeira para estaca de cerca que era trocada em farinha ou animais como porco
galinha ovelha cabra garantindo assim a sobrevivência, como também viviam da
agricultura como o plantio de pequenas Arias de feijão, milho, algodão abobora
e as mulheres ajudavam na fabricação de linhas tecidos em um fuzu, para
costurar suas próprias roupas tiravam também a caroa para fazer corda, bogo, e
rede para vender ou trocar em outras coisas
que eles necessitavam, viviam também da pesca e da caça e do mel de abelha que existia muito na catinga; todos estes descendente
de escravos viveram isolados da sociedade mais tem hoje as suas histórias. Como
o ex escravo.o velho Quinto que viveu
nesta vila tinha uma bodega ,e ali tentava esquecer a marca triste da sua vida e
de seus sofrimento separado do homem branco suportando alguns preconceitos.e ao
longo dos anos esta vila se tornou um povoado ao redor do pequeno Sitio do
Velho Quinto e assim foi dado o nome
desta comunidade e assim se consagrou o nome da cidade de Sítio do Quinto em sua
memória como também neste município tem um engenho que foi construído pelos escravos.Até as
virgas de madeira tamanhos histórico veio de laranjeiras- estado de SE no ombro
de escravos a mais de 70 Km. E quando chegaram no local da construção um dos
escravo veio a Falecer.arrebentado. esta comunidade hoje totalizada mais de 32
familiar filho do Sr. José Bispo dos Santos, Santinho preto, Josefa Batista dos
Santos, João Pinto, Zeca Anorio, Joaquim da Jurema, Maria Bico de nambu, Zé
Camilo, Alfredo da Jurema, Maria José, Família Fulor Adélia da Jurema
Levantamento de
Pesquisa entre 1982 a 2013
entrevistador editor.e escritor o Sr. José Raimundo dos Santos
Entrevistados. Santinho
Preto. Adélia Ferreira de Farias
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