20 de Abril de 1933
José Francisco dos Santos o popular Zé de Chicão e D. Maria de Jesus Santos e Martin Amâncio de Carvalho o popular Martinzão conta a historia sofrida de algumas famílias que viveram na angustia medo e horrores intensamente apavorados com as perseguição Zé Cabouco e seu irmão Zie e Zé Lourenço irmão da mulher de Zie e toda sua família Os cangaceiros causaram muitas aflição as famílias na região do tingui e lagoa do Secundo Lagoa das Limeiras e pé do Serrote no ano de 1932 a 1933 quem não concordasse com as ordem e não tivesse resguardo de boca e não aceitasse as maldades abusiva era o brigado a corre desta região para não morre largando todo seu patrimônio para traz como gado galinha bode ovelha cavalos porco perdendo tudo que consegui com tantos sacrifício outros perderam a própria vida como José Lourenço que foi morto na lagôa do secundo inocente quem eles estavam a procura era José Lourenço do Boqueirão próximo Arraial do minuem foi quem acompanhou a volante do sargento mineiro para mostra o esconderijo dos cabras de Anjo Roque e os cangaceiros soube e pegaram o homem que não tinha nada a ver com a historia só porque tinha o mesmo nome vieram em busca de Zé Cabocó e Zie porque negou a Vender farinha a Zé Calango coiteiro dos cangaceiros e mandou que fosse embora de sua casa e disse mais que não vendia farinha para ele e nem para cangaceiro comer; quando Zé Calango chegou sem a farinha contou o que aconteceu e eles não gostaram da resposta e nem como seu coiteiro foi tratado prometeu que eles tinha que pagar por isto porque suas ordem tinha que ser obedecida e sairão ao escurecer e foram ate a casa de Manoel Martim Tio de Zé Cabocó e Zie e perguntaram por eles e o tio sem saber do acontecido disse acabaram de sair da qui a pouca hora e eles já saíram na certeza de encontra. chegaram na palhosa de Zé Cabocó a Noite percebendo a chegada dos bandidos Zé Cabocó e Zie se esconderiam mais Zé Lourenço não teve tempo de corre ficou a ali sentado estava ali de visita na casa de sua irmã a mulher de Zie.veio da pedra de dento visitar sua família e tomar bença a sua mãe que morava ali na quela palhosa eles perguntaram quem e você ele respondeu sou Zé lourenço eles disseram a nos estava a sua procura também e você mesmo e amarraram e começaram a judiar as mulher batendo de cipo e barbela de chapéu de couro e puxando nos cabelos sem parar para dizer onde estava os outros as mulheres implorando a Deus e por todos os Santos e a Mãe Maria santíssima e falava que não sabia para onde eles correram. os dois homem bem próximo da li ouvindo tudo planejarão o que fazer se caso tiver chance e oportunidade com as batidas do coração fora do normal sus pernas tremulas e suando frio os olhos cheio de lagrimas pediram a Deus com tanta fé a sua proteção e voltaram e se apresentaram e foram amarrados os dois na mão um do outro e ouviram a triste palavra vamos levar viceis para matar junto com Zozino e Acelino e chamaram de traidores falsos e conversador vamos corta a linguá de vocais e depois matar D.Senhora a mulher de Zé Cabocó D.Meliana a mulher de Zie e Sua Sogra D. Poliana ficaram desesperadas mais muito Religiosas rogaram a Deus sua bença e proteção a quela pobre velhinha magoada de ter levado puxão de orelha puxão de cabelos pedia por tudo que era sagrado pelo o sangue que Jesus derramou na cruz mais o ódio o rancor e o desejo de vingança dos cangaceiros falava mais alto. mais Deus deu oportunidade aos três homem enviou um coiteiro para entregar trés presente mais cobiçado pelo os cangaceiros trés couros de carneiros curtido com a lã; já era noite a lua iluminava toda vegetação o coiteiro sabendo do roteiro e onde encontrá-lo bem próximo porque sabia a onde eles tinha ido ao encontra tomou om grande susto vendo seus dois sobrinho e um amigo amarrados mais não pode falar nada para defender entregou os coros ao chefe do bando; ao receber todos ficaram muitos ansiosos para vê-los a lua brilhava na quele vagão do mato escura tiraram do saco o presente e todos olhavam e admiravam tiraram a tenção dos homem que iam levando para matar os dois que estava amarrados na mão um do outro com uma das mão por atras das costas bloqueando a possibilidade de se soltarem perceberam a oportunidade levaram os olhos ao céus lembraram do que Deus disse faz que eu ti ajudarei olharam de um para o outro balançaram a cabeça com um sinal de concordancia e começaram acorre alcançando a mata escura sairão fora do caminho conhecendo bem a mata cairão em um riacho com pouca água e continuaram correndo;quando os cangaceiros perceberam a fuga começaram a corre atras sem saber para qual lado tinham corrido atirava para todos os lados mais não conseguiram alcançar voltaram irados de ódio e raiva para onde ficaram os outros com José Lourenço a marrado ali mesmo brutalmente assassinaram um Homem que não tinha culpa de nada os dois quê correram sairão na casa de seu Tio Emanerjidio babinha já de madrugada pedindo socorro seu Tio levantou acendeu o candieiro abril a porta ligeiro viu seus dois sobrinho amarrados com os bracos com profundos cortes das cordas todos banhados de sangue ele ligeiramente cortou as cordas e eles contaram a historia na quela mesma hora pediram dois cavalos a seu Tio para ir embora na quela mesma madrugada e viajaram de mundo a fora sem saber onde parar chegaram na Fazenda Já coca do Coronel José Ribeiro em Sergipe pediram emprego e foram trabalhar e só voltaram seis anos depois quando tiveram certeza que o cangaço tinha acabado
entrevistador escritor e editor José Raimundo dos Santos
Assessor de imagem Wlissis Jesus Santos
publicado em 2014





