sábado, 25 de abril de 2015

20 de Abril de 1933
José Francisco dos Santos o popular Zé de Chicão e D. Maria de Jesus Santos e Martin Amâncio de Carvalho o popular Martinzão conta a historia sofrida de algumas famílias que viveram na angustia medo e horrores intensamente apavorados com as perseguição Zé Cabouco e seu irmão Zie e Zé Lourenço irmão da mulher de Zie e toda sua família Os cangaceiros causaram muitas aflição as famílias na região do tingui e lagoa do Secundo Lagoa das Limeiras e pé do Serrote no ano de 1932 a 1933 quem não concordasse com as ordem e não tivesse resguardo de boca e não aceitasse as maldades abusiva era o brigado a corre desta região para não morre largando todo seu patrimônio  para traz como gado galinha bode ovelha cavalos porco perdendo tudo que consegui com tantos sacrifício outros perderam a própria vida como José Lourenço que foi morto na lagôa do secundo inocente quem eles estavam a procura era José Lourenço do Boqueirão próximo Arraial do minuem foi quem acompanhou a volante do sargento mineiro para mostra o esconderijo  dos cabras de Anjo Roque e os cangaceiros soube e pegaram o homem que não tinha nada a ver com a historia só porque tinha o mesmo nome vieram em busca de Zé Cabocó e Zie porque negou a Vender farinha a Zé Calango coiteiro dos cangaceiros e mandou que fosse embora de sua casa e disse mais que não vendia farinha para ele e nem para cangaceiro comer; quando Zé Calango chegou sem a farinha contou o que aconteceu e eles não gostaram da resposta e nem como seu coiteiro foi tratado prometeu que eles tinha que pagar por isto porque suas ordem  tinha que ser obedecida e sairão ao escurecer e foram ate a casa de Manoel Martim Tio de Zé Cabocó e Zie e perguntaram por eles e o tio sem saber do acontecido disse acabaram de sair da qui a pouca hora e eles já saíram na certeza de encontra. chegaram na palhosa de Zé Cabocó a Noite percebendo a chegada dos bandidos Zé Cabocó e Zie se esconderiam mais Zé Lourenço não teve tempo de corre ficou a ali sentado estava ali de visita  na casa de sua irmã a mulher de Zie.veio da pedra de dento visitar sua família e tomar bença a sua mãe que morava ali na quela palhosa eles perguntaram quem e você ele respondeu sou Zé lourenço eles disseram a nos estava a sua procura também e você mesmo e amarraram e começaram a judiar as mulher batendo de cipo e barbela de chapéu de couro e puxando nos cabelos sem parar para dizer onde estava os outros  as mulheres implorando a Deus e por todos os Santos e a Mãe Maria santíssima e falava que não sabia para onde eles correram. os dois homem bem próximo da li ouvindo tudo planejarão o que fazer se caso tiver chance e oportunidade com as batidas do coração fora do normal sus pernas tremulas e suando frio os olhos cheio de lagrimas pediram a Deus com tanta fé a sua proteção e voltaram e se apresentaram e foram amarrados os dois na mão um do outro e ouviram a triste palavra vamos levar viceis para matar junto com Zozino e Acelino e chamaram de traidores falsos e conversador vamos corta a linguá de vocais e depois matar D.Senhora a mulher de Zé Cabocó D.Meliana a mulher de Zie e Sua Sogra D. Poliana ficaram desesperadas mais muito Religiosas rogaram a Deus sua bença e proteção a quela pobre velhinha magoada de ter levado puxão de orelha puxão de cabelos pedia por tudo que era sagrado pelo o sangue que Jesus derramou na cruz mais o ódio o rancor e o desejo de vingança  dos cangaceiros falava mais alto. mais Deus deu oportunidade aos três homem enviou um coiteiro para entregar trés  presente mais cobiçado pelo os cangaceiros trés couros de carneiros curtido com a lã; já era noite a lua iluminava toda vegetação o coiteiro sabendo do roteiro e onde encontrá-lo bem próximo porque sabia a onde eles tinha ido ao encontra tomou om grande susto vendo seus dois sobrinho e um amigo amarrados mais não pode falar nada para defender entregou os coros ao chefe do bando; ao receber todos ficaram muitos ansiosos para vê-los a lua brilhava na quele vagão do mato escura tiraram do saco o presente e todos olhavam e admiravam tiraram a tenção dos homem que iam levando para matar os dois que estava amarrados na mão um do outro com uma das mão por atras das costas bloqueando a possibilidade de se soltarem perceberam a oportunidade levaram os olhos ao céus lembraram do que Deus disse faz que eu ti ajudarei olharam de um para o outro balançaram a cabeça com um sinal de concordancia e começaram acorre alcançando a mata escura sairão fora do caminho conhecendo bem a mata cairão em um riacho com pouca água e continuaram correndo;quando os cangaceiros perceberam a fuga começaram a corre atras sem saber para qual lado tinham corrido atirava para todos os lados mais não conseguiram alcançar voltaram irados de ódio e raiva para onde ficaram os outros com José Lourenço a marrado ali mesmo brutalmente assassinaram um Homem que não tinha culpa de nada os dois quê correram sairão na casa de seu Tio Emanerjidio babinha já de madrugada pedindo socorro seu Tio levantou acendeu o candieiro abril a porta ligeiro viu seus dois sobrinho amarrados com os bracos com profundos cortes das cordas todos banhados de sangue ele ligeiramente cortou as cordas e eles contaram a historia na quela mesma hora pediram dois cavalos a seu Tio para ir embora na quela mesma madrugada e viajaram de mundo a fora sem saber onde parar chegaram na Fazenda Já coca do Coronel José Ribeiro em Sergipe pediram emprego e foram trabalhar  e só voltaram seis anos depois quando tiveram certeza que o cangaço tinha acabado    

entrevistador escritor e editor  José Raimundo dos Santos
Assessor de imagem  Wlissis Jesus Santos
publicado em 2014                          

terça-feira, 14 de abril de 2015

                                       O Cangaço no Sertão da Bahia

O Sr. José Francisco dos Santos o popular Zé de Chicão e sua esposa D. Maria de Jesus Santos conta toda historia de Pedro dos Campinhos e de sua esposa D. Gracinha que e irmã de Zé de Chicão no ano de 1932 a 1933. os cangaceiro viveram fortalecidos de a poio de algumas pessoas que tinha muito medo das ameaças que recebia para manter o silencio e ter a garantia da própria vida  estes moradores em sua cartilha só tinha estas palavras  não sei não vi não conheço; na região do vale a beira do rio vaza barris. Fazenda  Lagôa dos Zossos  Fazenda Incor tapera. poço da pindoba poço preto. Riachão. e mandacaru; foi a onde os cangaceiros viveram por um tempo. na Fazenda Incor  morava O Sr.Pedro dos campinhos casado com D. Gracinha irmã  de zé de chicão por parte de pai;  o cangaceiro Anjo roque cercado por sua tropa chegou nesta casa e mandou que o dono da casa saísse e não voltasse tão sedo; deixou seus cabras vigiando e entrou como se fosse o dono da casa; O Sr. Pedro um homem faceiro e calmo obrigado a suporta foi saindo do seu ler; o poderoso anjo roque lhe adverte com ameaça de morte se encontra os macacos por ai não abra a boca; a sim era chamado a volante pelo  os cangaceiros; aquele homem saio de cabeça baixa carregando em seu peita angustia e a marca de uma grande dor e tristeza ;mais obrigado aceitar a tal cituação. e sai na certeza de que ele ia foçar sua mulher ao seus caprichos maldosos uma sena que depois ficou sempre se repetindo Anjo Roque chegava a boca da noite e mandava pedro ir caça Tatu que ele queria comer e não voltasse  sem esta caça o homem tinha fama de bom casador era obrigado a ir  o cangaceiro ficava em sua casa esperando ele chegar com a casa  mais Pedro dos Campinhos parecia ser um homem de pouca sorte  um dia saiu para casar e distrai sua mente e encontrou se com a volante que logo lhe perguntaram onde estar os cangaceiros; Pedro suspirou baixinho  lembrou da sua dor e de seu sofrimento parecia ser a solução mais com muito medo desse que não sabia e mais uma vez começou o seu tormento o soldados falava sem parar você sabe sim diga logo e começaram a lhe bater e batia  sem parar com a coronha do rife no pé de sua  barriga na caixa dos peito bateram  ate que deixaram ele caído no chão  e foram embora. sua família esperou não viu chegar e saíram a procurar e logo o encontraram que vinha se arrastando cheio de dor todo machucado e muito relado levaram para casa já muito inchado e deram remédio passado 30 dias já bem melhor mais todo arrebentado seguiu sua vida pedido a Deus a luz e a esperança e foca para esquecer sua negra sorte traiçoeira esta marca ficou gravada em sua cabeça que todo dia lhe atormentava. sem ter jeito de esquecer no ano de 1941 foi embora para Fazenda boa Vista mais os anos foram passando o estado de sua saudê foi se agravando etê que em / 1959 / morre Pedro dos Campinhos este foi o fim trágico de uma vida marcada por homens despreparados que jurou defender e honrar a sua pátria.  

entrevistador escritor editor José Raimundo dos Santos
entrevistados entre 1982 a firmado em 2014 publicado em 2015
José Francisco dos Santos. o popular zé de chicão                                                                           Martin Amâncio de Carvalho o popular Martinsão



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Lampião cruza o Rio São Francisco para o Sertão Baiano em busca de concluir sua sede da vingança pela a morte de seu Pai sabendo que um da família do homem que matou seu Pai  tinha fugido para  o sertão da Bahia e já  tendo uma posse de terra no raso da catarina com uma casa de farinha muito estruturado Manoel Salina vivia com sua família sem saber o que estava para lhe acontecer em uma semana trabalhando fazendo farinha alem de sua família tinha muita gente ajudado quando de repente a casa foi cercada pelo o bando de cangaceiro que  fez todos ficarem em fila seguraram Manoel Salina e Fuzilaram todos os outros que morreram sem ter  nada a ver com a historia. e vieram puxando  Manoel Salina amarrado ate a Fazenda da família Dantas onde trabalhava o pai de Joãozinho da Caraíba e ali enfrente da quela família. mataram a quele homem e comemorarão. com muitos aplausos. editor e escritor José Raimundo dos Santos. 

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Zé Raimundo 




Tingui em 1972 a 1978

Tingui  teve muitas a atividades e formas construtiva e econômica de trabalhos em 1954 o Sr Zezé do Belém dono de um carro de boi e de uma olaria na fazenda Barreiro fazia telhas de barro para construção das casas do Tingui foi construtor da primeira casa sendo considerado o principal fundador do povoado ganhava freto transportando madeira do mato como peças de aroeira  e caibro de pereiro ripas feita do facheiro. dentro da catinga para chegar ate o carro de boi era puxado nas costas ou no lombo de jegue puxava areia do rio para ele e para vender os outros construtores tinha também dois arados puxado por dois boi cada arado. era marchante  Assim garantia seu sustento e sua renda econômica ganhado dinheiro arando terra dos moradores desta região para o plantio de milho  feijão e algodão abobora também gerou alguns emprego para um carreiro e dois rabiscador de arado e dois tangedor e seu oleiro João Nunes e um ajudante .Assim ia desenvolvendo o crescimento do povoado que no começo parecia um diserto mais logo foram chegando outras pessoas construindo suas casas com novas atividades como o plantio de fumo mandioca feijão milho abobora sinzal algodão a casa de farinha manual foi destaque que priorizou as necessidades dos pequenos plantadores de mandiocas mais as dificuldades de comercialização era muito grande em razão das estradas não da condição os compradores.mais os tropeiros e os carreiros ganhava o freto com suas tropas e seus carro de boi para levava a te os pontos de venda Assim foram aperfeiçoando formas  técnica  para supri as necessidades com mais facilidade. e gerando alguns empregos que era a peça chave e fundamental para o desenvolvimento do povoado  

Entrevistador escritor e editor José Raimundo dos Santos

entrevistados em 1983 afirmado em 2013 publicado em 2015
José Francisco dos Santos o popular Zé de Chicão
João Pedro de Carvalho José Gonçalves de Carvalho
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domingo, 5 de abril de 2015

Tingui  1989 
A organização e participação de um povo em busca de melhorias para este povoado. dia 29 / 01 / de 1989. foi um dia muito especial para as crianças pobre desta comunidade Sr.José Raimundo dos Santos formou uma equipe com nove membros e a participação da diretoria da Associação comunitária do Tingui e adquiriu  recursos doados por comerciantes agricultores amigos e outras comunidades e fez o natal da criança  pobre uma pequena festa que deixou  grande marca de felicidade para criançada muitas brincadeiras infantil apresentação e ensinamentos bíblicos e muitas dinâmicas interessante quadros educativo com uma apresentação disciplinar de grupos Religioso   continua aguarde

editor e escritor José Raimundo do Santos 05 /04 / 2015
   

                   
Tingui em 1988
A banda de pífano Pinga fogo voejando para Salvador tocar na radio cultura e na TV com o apoio e participação da diretoria da Associação Comunitária do Tingui e a CAR companhia e ação regional da BA.com o acompanhamento do técnico Wilson e na administração do Sr. José Gonçalves de carvalho e José Raimundo dos Santos diretores da Associação. esta banda e tradição faz parte da historia do Tingui no ano de 1961 a 1979 era a animação desta comunidade e região tocava nas novenas dos pequenos povoados nas roças nos acompanhamento de Santo na festa da laranja em Buqui nas festas de Reisados nos folguedo de São Gonçalo na inauguração da Associação comunitária do Tingui em 1986 que surpreendeu todos os representantes e técnicos do Governo que se encontrava nesta festa o secretario da cultura Sebastião o popular Tião fez grandes elogios das letras e de cada toque e dos zingue zagues que os tocadores faziam com muita perfeição      

pesquisador entrevistador escritor editor. José Raimundo dos Santos 


quinta-feira, 2 de abril de 2015



Tingui possui um solo muito fértil e muito produtivo tornando a nossa  economia sustentável com a produção de feijão milho e leite a pequearia vem se destacando muito crescendo cada dia ´com o apoio do banco do Nordeste de Cicero Dantas que vem financiando os pequenos agricultor deste município aplicando recursos financeiro dando estabilidade ao homem do campo tornando esta produtividade fortalecidos em toda esta região o tingui vem desenvolvendo suas atividades graças a uma politica monetária que foi implantada com  organização e participação dos pequenos produtores capacitados com a orientação dos técnicos da agricultura e dos agentes financeiros para garantir uma produção de qualidade. parte destes pequenos agricultor trabalhavam na agencia do Banco do Nordeste de Carira SE. com a orientação e participação do agente de desenvolvimento desta Agencia O Sr. Castro que deu segurança e acreditou em uma parceria de conhecimento e formalidade que deu certo para muitos pequenos agricultor. do Tingui e Sitio do Quinto que se  estabilizaram economicamente

Editor e Escritor José Raimundo dos Santos  2015