quinta-feira, 13 de novembro de 2014

       Carregamento  de mandioca da raça para a casa de Farinha
Em 1962 a 1983 na época da arranca da mandioca as raízes era carregada da roca a te a casa de Farinha dentro de caçoar feito de cipo uma rama muito resistente. carregada no lombo de jegue formando uma carga por cada animal isto e dois caçoar. todo trabalho a braço de Homem todo este trabalho era feito na segunda feira de cada Semana. Juntando 40 a 50 cargas para trabalhar a semana toda esta equipe vinha ajudar o dono da Farinhada em troca de diária e assim vivia esta gente no mundo de realidade no mundo de compromisso um com o outro. foi preservado estes costumes por muitos anos. a te a dispalha do milho era feita a noite em forma de mutirão e no final da dispalha uma grande cantoria com danças. E brincadeira de roda. No dia seguinte ou dias depois esta  milho era batido em um jirau  feito de vara e batido no cacete. ou debulhado batido com as costa de uma faca grande ou um facão pequeno de uma em uma espiga trabalho feito a mutirão.   

entrevistador editor e escritor o Sr. José Raimundo dos Santos

Entrevistados. Benedito Carregosa dos Santos.   João Antonio de Carvalho
José Gonçalves de Carvalho.   João Justino de Carvalho.

Pedro Manoel de Carvalho.  João Vieira dos Santos.   

sábado, 8 de novembro de 2014

A história da comunidade Jurema e surgimento dos quilombolas
 chegaram a esta comunidade que fica a beira do rio vaza Barris, vindo de Sergipe e de outras localidades fugindo do trabalho escravo das fazendas da região, que um tempo de acomodação deram ao nome dessa localidade de jurema por existir muita madeira deste porte, que ajudava na renda de suas famílias tirando a madeira para estaca de cerca que  era trocada em farinha ou animais como porco galinha ovelha cabra garantindo assim a sobrevivência, como também viviam da agricultura como o plantio de pequenas Arias de feijão, milho, algodão abobora e as mulheres ajudavam na fabricação de linhas tecidos em um fuzu, para costurar suas próprias roupas tiravam também a caroa para fazer corda, bogo, e rede para vender ou  trocar em outras coisas que eles necessitavam, viviam também da pesca e da caça  e do mel de abelha que existia muito na catinga; todos estes descendente de escravos viveram isolados da sociedade mais tem hoje as suas histórias. Como o ex escravo.o velho Quinto  que viveu nesta vila  tinha uma bodega ,e ali  tentava esquecer a marca triste da sua vida e de seus sofrimento separado do homem branco suportando alguns preconceitos.e ao longo dos anos esta vila se tornou um povoado ao redor do pequeno Sitio do Velho Quinto  e assim foi dado o nome desta comunidade  e assim se consagrou  o nome da cidade de Sítio do Quinto em sua memória como também neste município tem um engenho  que foi construído pelos escravos.Até as virgas de madeira tamanhos histórico veio de laranjeiras- estado de SE no ombro de escravos a mais de 70 Km. E quando chegaram no local da construção um dos escravo veio a Falecer.arrebentado. esta comunidade hoje totalizada mais de 32 familiar filho do Sr. José Bispo dos Santos, Santinho preto, Josefa Batista dos Santos, João Pinto, Zeca Anorio, Joaquim da Jurema, Maria Bico de nambu, Zé Camilo, Alfredo da Jurema, Maria José, Família Fulor Adélia da Jurema

Levantamento de Pesquisa entre 1982 a 2013
entrevistador editor.e escritor  o Sr. José Raimundo dos Santos

Entrevistados. Santinho Preto. Adélia Ferreira de Farias  
Resumo
Este artigo enfatiza as trajetórias sociais dos sujeitos que habitam na comunidade
quilombola da margem do Rio Vasa Barris- no município de Sitio do Quinto Bahia. Destaca-se como ocorreu a origem quilombos na organização do espaço municipal, que se formou legalmente através de uma ASSOCIAÇÃO dos ribeirinhos do sertão baiano. A origem desta comunidade está associada a esse processo de resistência, que se deu especialmente no final do ano  quando a economia agrícola  foi afetada nas pequenas Arias destes habitantes entrou em crise a traves da construção da barragem do gasparino e os movimentos de puder aquisitivo e de renda familiar diminuiu desasosegando os descendentes de escravos que aumentou na região pesquisada. Daí passou a existir uma constante circulação de uma população negra que percorria a região (incluindo nesse exemplo Jurema) em busca de terras para trabalhar. Também apresenta- se o atual cotidiano, o qual é demarcado pela necessidade de aquisição de bens materiais, necessários para a construção da dignidade humana, já que a história desses sujeitos é marcada por uma trajetória coletiva de sofrimento e pobreza.Também foram descritos as suas práticas culturais e suas tradições.e costumes Palavras-Chave: História; Terra; Identidade; Quilombos


Como viveram
Trabalhava tirando lama de tanque de chão em sexto feito de cipó carregando  na cabeça. Ou no bangüê. de couro de gado ou Feito de Caroá ou da casca da imbira  puxado por dois Homem.Plantavam em pequenas Ária  de Terra o Algodão milho e Feijão abobora mandioca na beira do rio. tirava Caroá e faziam cordas redes e bogo trocavam em outras coisas. cortava lenha e fazia carga de animal e vendia nos pequenos povoados faziam pavio de algodão para candieiro e vendia   ou trocava em outras coisas viviam da caça que pegava nas armadilhas que faziam. como arapuca. laços. zabumba de madeira. arcos badogue. 




Divertimentos
Dançavam ao som de Berimbau . Reisado bumba meu boi. Novena .Folguedo de São Gonçalo

Implantação para renda familiar
Levantamento de base de apoio e conscientização de trabalho o diretor  presidente da Associação Comunitária do tingui  o Sr José Raimundo doas Santos em 1991 assinou um convenio de 10 implantação de kits de irrigação um kit de irrigação para o grupo de Adélia da Jurema com a participação do trabalho voluntário  do próprio Sr. José Raimundo dos Santos e o Sr. José Gonçalves de Carvalho. e o Sr José João de Andrade. e com a participação da comunidade foi entregue o Kit de irrigação em funcionamento em 1992.   

Levantamento de Pesquisa entre  1982 a 2013

entrevistador editor e escritor o Sr. José Raimundo dos Santos


Entrevistados. Santinho Preto. Adélia  Ferreira de Farias  

sexta-feira, 7 de novembro de 2014


                     uma das  fonte de renda econômica da Fazenda Tingui

Casa de Farinha manual raspagem  de mandioca manual. de uma em uma raiz. com ajuda de amigos e vizinhos. um ajudando o outro para ser ajudado estas trocas de ajudas evoluiu este trabalho nas casas de Farinhas melhorando também a economia  desta região. a Fazenda Tingui. Entre 1962 a 1983. Mais de 50% destes trabalhos era troca de diária outros iam ajudar para ganha um beiju outros iam a noite por diversão casa de farinha na época das farinhadas era um adjunto de muito divertimento e encontros de namorados tinha ate brincadeira de roda e cantoria e sempre tinha um contador de historia engraçada a noite no clarão do forno ou no clarão da Lua. no terreiro da casa. as crianças. também faziam a festa e se divertia bastante. o café o almoço o jantar muito tradicional com carne de porco. ovos café torrado no caco. o café da manhã era farofa de toci de porco. batata doce aipim. com ovos estralado no oleio do torresmo. o almoço feijão farinha com carne de porco cozinhada torrada feijoada ovos e tomatinho afogado no oleio da carne. o jantar da mesma forma só diferenciava o café com beiju de massa.            

entrevistador editor e escritor o Sr. José Raimundo dos Santos

Entrevistados.  João Vieira dos Santos.  Zezé de Amâncio

João Pedro de Carvalho.  Benedito Carregosa dos Santos
                 como vivemos Tingui 1964. Casa de Farinha manual

Em 1964 a 1982 a região de fazenda Tingui era Produtora  de muita farinha o plantio de mandioca era grande todos os pequenos produtores plantava de duas a dose tarefas de mandioca trabalhava na fabricação de farinha durante um período de  uma a oito semanas seguidas de farinhada todo este trabalho manual farinha sem qualidade mais muita fartura toda produção era armazenada em saco de esteira e caixão de madeira e parte desta produção era vendido. aos tropeiros  para vender em  outras localidades estes adjuntos de trabalhadores significava para os políticos a forma  de se aproximar a cada um deles para esclarecer os seus planos  de governo e valorizar a forma desta gente trabalhar na parceria ajudando um ao outro só era pago a diária do forneiro e o prenseiro e os dois que trabalhava no rodão  e a cevadeira  de mandioca o restante de todos os trabalhos era digitório.outros trocando dia. e no final de cada farinhada  todos ganhava um beiju de tapioca. que era muito importante

Divulgador e editor da historia o Sr. José  Raimundo  dos Santos

Proprietários de casa de Farinha entre 1962 a 1984.

João Vieira dos Santos.    Zezé de Amâncio. Antônio Teotônio
Antonio Guilherme.        Zezé  Teotônio.    Justino Valentim.
Zé de Lois.       Firme do zovo.  Manoel Gato.  Ti ter.   Jonas de nezinho
o Sr. Pedrinho  
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domingo, 26 de outubro de 2014


As Origens e o Desenvolvimento do Povoado Tingui Como foi construído e como vivia esta gente.  Quais eram as diversões e qual a fonte de renda
O povoado Tingui foi fundado dia 21 03 no ano de 1954 era uma fazenda onde existiam muitos pés de Tingiu o que deu a origem do nome Tingui, no inicio era poucos os habitantes, mas, aos poucos foram chegando muitas outras pessoas interessadas a formarem um povoado, já que o Sr. José Pedro de Carvalho o popular Zezé de Belém”foi o construtor da primeira casa passou a ser considerado o fundador e um líder questionador da formação deste povoado um dos grandes idealizador.o Sr. Joza Valentim projetor  sua casa com uma bodega e logo começou a funcionar, vivia também da agricultura e pecuária e no ano de 1955 o Sr. João Vieira dos Santos construiu duas casas. e um deposito para compra Algodão e outros produtos. sua fonte de renda também era a pecuária e agricultura. Todos estes agricultores produziam muito algodão e muita farinha feijão e milho. o Sr. João Vieira era proprietário de um caminhão Ford F.4  ano 1947.e em 1953 comprou  outro Caminhão um. fargo ano 1951 comercializava  pele  de animais comprava dos moradores da região que casavam para ajudar na sobrevivência a maioria era muito pobre nem todos tinha onde trabalhar e existia muitas caca na época  e o sustento da casa via do mato. o comerciante  vendia seus produtos em Paripiranga e em Simon Dias o Sr. Antônio Valentim era comprador também de pele de animais o Sr. Rosalvo e o Sr. Emílio foram os dois animadores das festas de São Gonçalo que se chamava folguedo de são Gonçalo, as festas de casamento era muito divertida todos montados a cavalo com uma tradição muita disputada era um grande privilégio para quem  ganhasse esta corrida. quando o casamento sai da igreja o cavalheiro que corresse até a casa da noiva e pegasse um lombo primeiro espetado em um garfo e voltasse correndo e não deixasse cair e entregasse a noiva primeira. .dançava com ele na festa do casamento primeiro do que o noivo este privilégio tornava a festa muito mais animada porque era motivo de honra e orgulho para o vencedor. o Tingui pertencia ao município de jeremoabo, há 13 km do povoado de Sítio do Quinto  distrito desta  cidade  que no ano de 1989 teve sua emancipação política 1958 o Tingui por ter suas terras com o solo muito produtivo tornou-se um povoado produtor de milho, feijão, pecuária, mandioca, fumo e algodão teve também uma pequena produção de arroz no ano de 1967 e 1971 por um pequeno grupo de  produtores o Sr. José Santana e o Sr. Benedito Carregosa dos Santos que plantaram nas margem do baixão doe poços a família de Zé de Chicão que plantava nas margem do Rio vazia  Barril e sofreram muito com as cheias do Rio teve um ano que perdeu toda produção  
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Pesquisador entrevistador  editor e escritor  José Raimundo dos Santos
Pesquisados:  Entre 1986  afirmado em 20013 concluída e  publicado em  20014                                        

Entrevistados 
O Sr. João Pedro de Carvalho 
O Sr. Manoel Pedro de Carvalho 
O Sr. João Vieira dos Santos. 
O Sr. José Valentim de Carvalho.
O Sr. José  Ernesto da Conceição 
O Sr. Valmir Inácio de Oliveira. 
O Sr.José Francisco dos Santos 
Construção do cemitério do Tingui 1954  Foi  construído o muro e cresceram o cemitério em 1968
Divulgador da história do povoado Tingiu o Sr. José Raimundo dos Santos pesquisou as origem e os costumes as crenças no ano de 1986 a 2014 baseado em depoimentos das que viveram esta época e os  fundadores do povoado Tingiu, o Sr. José Pedro de Carvalho o popular Zezé do Belém e o Sr. Martim Valentim de Carvalho em 1952 conversar com D. Maria Madalena de Carvalho sobre a necessidade de um cemitério como formar e em que local D. Maria disponibilizou em seu terreno uma pequena ária e fez a doação. para  construir o cemitério. no ano de 1954; e cercaram com arame Farpado e foi entregue ao Sr. Zeca de Tete que um ano depois desistiu e foi entregue ao Sr. João Pedro de Carvalho filho de D. Maria Madalena de Carvalho. para administrar. e no ano de 1968 Sr. João Pedro de Carvalho fez uma campanha, com a participação e doações dos moradores e fazendeiro da região com muitas festinhas e leilões e a sim foi adquirido mais recursos para  crescerem o cemitério e muraram o Sr. Martim Valentim era  considerado como o pai da pobreza era proprietário de muita terra e vendia para o povo pobre pegar quando pudesse deu muita oportunidade para quem não tinha onde trabalhar. deixava a pobreza plantar maniva de mandioca na sua propriedade sem pagar renda Foi um grande parceiro da fonte de renda desta comunidade aqui cumpriu sua missão.   filaceu dia 07 de Abril de 1994 

Pesquisa entre 1986 afirmada em  2013 concluído e  publicada em 2014
Pesquisador entrevistador editor da historia  O Sr. José Raimundo dos Santos
Entrevistados. O Sr. José Gonçalves de carvalho  O Sr José Justino de Carvalho

O Sr. João Pedro de Carvalho  Jonas Ferreira  O Sr Martim  José de Carvalho                                                                    
 D. Francisca dos Poços. a Famosa Parteira 














Resumo da Historia:  da fundação do Tingui  as primeiras casas Construídas de uma só vez. Quem  era os Proprietários. Quem era o Marchante. Quem era o bodegueiro, e a vida do fundador deste povoado (Zezé do Belém).  
Em 1954 foram construída cinco casas juntas a primeira foi à casa do Sr. José Pedro de Carvalho o popular Zezé do Belém a segunda casa foi o Sr. Joza  Valentim a terceira casa foi o Sr. Manoel Valentim a quarta casa foi o Sr. Manoel de Pedro Amâncio a quinta casa foi o Sr. Rosalvo Maxi o Sr. Zezé do Belém logo vendeu sua casa ao Sr. José Justino de Carvalho neste mesmo ano onde despertou o interesse de mais moradores e decidiram a construir mais casas para formar o crescimento de um povoado o Sr. Chiquinho lagoa o Sr. Emílio Pescador o Sr. Zezé de Amâncio o Sr. João Vieira dos Santos  construiu também duas  casa o popular Zezé de Belém construiu mais outras casa  assim foi chegando mais pessoas para construir suas casas o Sr. Martim Valentim fez uma doação de duas tarefas de terra para as pessoas construírem suas casas e ajudou a construir o tão sonhado povoado construiu também sua casa são também fundadores o Sr. Justino Valentim de Carvalho e o Sr. João Pedro de Carvalho o Sr. Antonio Guilherme o Sr. Rosalvo pescador um grande animador da festa de são Gonçalo que se chamava Folguedo de são Gonçalo dois anos depois conforme as necessidades foram Formando os planejamentos comercial o Sr. Joza Valentim dono da primeira bodega vendia muitos produtos como olio de candieiro o Sr. João Vieira em seu depósito comercializava pele de animais como pele de jibóia teiú, gato do mato, carneiro e comprova também algodão um grande produtor de farinha, Feijão e Milho o Sr. Zezé do Belém era marchante cortava carne debaixo de um PE de Araticum  pendurada em um dos galhos desta arvore anos depois  veio a construção de um Barracão de esteio 4 água  só coberto passando ser um lugar mais apropriado e higiênico. Para estes comerciantes

Pesquisado. Entre 1986 a  Afirmado em 2013 concluído e  publicado em 2014-
Pesquisador entrevistador  editor da historia  o Sr. José Raimundo dos  Santos.
Entrevistados     O Sr. João Pedro de carvalho  O Sr. Fausto Heginio da Rocha
O Sr. João Vieira dos santos   D. Antonia Dias Carvalho  O Sr. Martim  José de carvalho

sábado, 25 de outubro de 2014

Campanha das boas amizades e respeito.Em 1970 foi ampliada a igreja com o recursos adquirido da Alemanha pelo O Monsenhor vigário, Padre Francisco .toda frente da igreja foi reformada e construído uma torre visualizando o templo.a antiga igreja do Tingui quando o Sr. João Pedro de carvalho era  organizador e responsável pela as campanhas e doações e reformas.um Homem considerado um grande Pregador dos ensinamentos de cristo reforma da igreja do povoado Tingiu Município de Jeremoabo estado da BA. Baile pastoris 1968 participante professora Genivalda de Fausto e Leninha organizaram um Baile Pastoris que deu o nome de azul e encarnado passando a ser dois partidos compostos de oito lindas moças de cada lado para vê quem  arrecadava mais dinheiro ou mais presentes para o leilão de reforma da igreja e foi levado tão a sério que passou a ter divergências partidária e foi muito surpreendente para os organizadores da festa e participantes e religiosos marcou uma grande história para todos. a professora Genivalda e leninha e a Diana Ednalva de Nezinho a Rainha dos dois partidos que no ultimo dia do baile foi analisado um grande aprendizado e se uniram os dois partidos
vestindo todos os membros uma só cor o vermelho que significava e encarnado e assim reinou se a paz novamente dando exemplo de desculpa e perdão e foi retomado os laços das boas amizades

 Entrevistados. D. Ornelia Siqueira da Rocha  Genivalda Fausto
D. Josélita de Oliveira  D.Gicelma de Fausto.  Leninha de Paulo istanilo
D. Antonia Mariana de Carvalho.  Josefa Amélia de Oliveira Carvalho. Juzinha
Pesquisador   entrevistador  editor da  história . O Sr. José Raimundo dos Santos.   

Entrevistados  entre 1986 afirmado  2013. concluído e Publicado em 2014.


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Porque Tingui
Por existir muitas arvores por nome Tingui uma planta muito poderosa em veneno, no ano de 1946 a 1964 na denominada fazenda existia em média 15% a 18% das suas arvores se chamava Tingui uma planta de grande tamanha e sombria de folhas muito esverdeada  com grande poder de destruição de vidas humanas e animal o sumo o a folha ou a raspa da madeira ou da raízes consumida em grande quantidade era fatal .mais para  o consolo de mulheres e moça  desesperadas e medo de sua família.e o comentário dos vizinhos. Mesmo sabendo do risco da própria vida.tentando ocultar uma gravidez.por um caso. De homem casado ou rapaz que os pais não queria o casamento . Em que as adolescentes, ou seja, as moças virgens. ficavam grávidas com medo da difamação. e os comentários  e medo dos pais expulsar de casa faziam o chá da raspa ou da folha em pequena quantidade e bebia para abortava o seu filhinho.muitas morreram. e também o animal que comece a folha paria morto ou poderia até morrer se comece uma grande quantidade. por isso esta planta hoje não Existe e muito raro encontra um PE desta arvore.
Pesquisador  entrevistador editor e escritor  .Sr. José Raimundo dos Santos
          
Pesquisa  Entre 1986 afirmado 2013 concluída  e  publicado em 2014.  
Entrevistados. O Sr. João Pedro de Carvalho . O Sr. José Justino de Carvalho.
O Sr. Martim  José  de Carvalho. O Sr. Fausto Hegino da Rocha. O Sr. João vieira dos Santos.
O Sr Benedito Carregosa dos Santos  Valmir Inácio de Oliveira 
                                                           João Vieira dos santos.
No ano de 1947 foi feito a estrada do Sítio do Quinto a Fazenda Tingui a braço de homem juntaram todos os moradores e todos os religiosos com muita fé em Deus por que queria mais visitantes de padre missionários em suas fazendas e fizeram um batalhão durante  meses e dias de trabalho e conseguiram a tão esperada estrada. Mais  tinha um grande problema na época do inverno não passava carro mais melhorou  muito  facilitando a chegada de veículo por que estas visitas antes era feita montado a cavalo e demorava a voltar dos pregadores. O Sr. João Vieira dos Santos tomou esta iniciativa considerando a forma de evoluir seus negócios e de todos os moradores no ano de 1951 conseguiu com o governo municipal de Jeremoabo Dr. Vicente de Paula Costa um  trator de esteira para ampliar a estrada e ele mandou seu tratorista o Sr. João Cardoso Para realizar a grande necessidade de todos os Fazendeiros e todos os moradores uma conquista que veio facilitar a vida de todos para o desenvolvimento abrindo os caminho para os negócios e as feiras da região.
Pesquisa concluída entre 1986  afirmado 2013 publicado em 2014

entrevistador e editor da divulgador da Historia O Sr José Raimundo dos santos

Entrevistados O Sr Fausto heginio da rocha   O Sr. José Justino de Carvalho O Sr. José Valentin de Carvalho O Sr. Martim José de Carvalho  D. Julia de Zé Dias  O Sr. Zezé de Amâncio.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014



A reconstrução de uma Aguada e a Construção do Barracão um local para feira livre 

Em 1955 foi construído duas obras de grande importância para o povoado que estava sendo construindo o pequeno povoado Tingui recebe um barracão para feira livre de carne farinha feijão milho e outras variedades foram construídas também uma aguada de uma pequena fonte comprada ao Sr. Antônio Valentim de Carvalho que fez a braço de homem um pequeno barreiro no ano de 1952 e vendeu ao Sr. Manoel Ugo Prefeito de Jeremoabo em 1955 ampliou e cresceu o tamanho da fonte e ao entregar esta aguada. e desse aqui pertence à nação e a todos vocês e a todas as senhoras. e a todos Os moradores desta região e assim ficou registrado o nome desta grande aguada nação um dos patrimônios mais valioso para este povoado, nesta época em que as mulheres carregavam água na cabeça ou no barril na Carga de animal em outras fontes mais longe como Belém a mais o menos 3 km ou na fonte de João Vieira a mais de2 km até no rio Vazia Barris a mais de 12 km ou no baixão dos poços mais o menos a 2 km água salgada

pesquisados entre  1986. afirmado. Em 2013. concluido  e Publicado em 2014

pesquisador entrevistador  e divulgador da historia. Os. José Raimundo dos Santos

Entrevistados O Sr.João Pedro de Carvalho.    O Sr. Fausto Heginio da Rocha

O Sr. Martim José de Carvalho.  O Sr. Jonas Ferreira  O Sr. Agenor De Maria Mariola

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

                                     
                               O Primeiro caminhão  da Fazenda Tingiu

Pequeno Resumo desta Historia com depoimentos dos que viveram esta época
Em  1951 o Sr João Vieira dos santos comprou um caminhão Ford F. 4 ano 1947 o primeiro Carro a transporta gente para as feiras das cidades vizinha facilitando a sim a vida de todos os  seus familiares e todos os moradores e todos os produtores de Farinha Milho e feijão e Algodão e os criadores de animais .para Le valos a te as feira para vender.o Sr. João Vieira dos Santos e sua esposa Maria Carregosa dos Santos filhos de Paripiranga vieram  morar em arraial do minuim digo Sítio do Quinto no ano de 1938 morou durante 9 anos, o proprietário da fazenda Tingiu de cima decidiu vim para sua fazenda no ano de 1947 por que gostava também de trabalhar na agricultura além da pecuária e outros negócios.O Sr. João Vieira comercializava seus produtos, comprava pele de animais algodão farinha também foi coordenador político do Sr.prefeito  Dr. Vicente de Paulo Castro no ano de 1951 o Sr. João Vieira buscou com segurança realizar seus objetivo, no ano de 1963 conseguiu a compra de mais um carro um Caminhão Fargo Ano 50 em 1964 comprou uma marinete ano 1951 facilitando assim seus negócios e a vida dos moradores da região muito preocupado com a educação das crianças da região. Indicou Uma das suas filhas para ser professora.que logo recebeu a patente de professora.

Pesquisador Entrevistador editor e escritor   O Sr. José Raimundo dos Santos
entrevistados entre 1986 a firmado  em 2013 concluído  publicado em 2014.

entrevistados
O Sr. José Gonçalves de Carvalho O Sr. João  Pedro de Carvalho.
O Sr. Fausto Heginio da Rocha. O Sr. José lito de Nezinho
Benedito Carregosa dos Santos 
O Sr. Valmir Inácio de Oliveira o Sr. Benedito Carregosa dos Santos
                                   O Padre. José Magalhães Souza
Resumo da historia religiosa desta terra e a crença deste povo. a Primeira Missa que foi Celebrada  na primeira casa construída do tingui . e o primeiro casamento foi este missionário.que  Fez .no ano de 1954  .nascido em Portugal . fez aqui sua missão durante mais 5 anos em 1959 voltou para sua terra natal em Lisboa e La morreu  com 93 anos de vida deixando toda a  população  católica e  Religiosos desta  terra e  região triste. o tingiu chorava a morte deste grande pregador da Palavra de Deus.Que deu bons exemplos nas suas Camiadas Também celebrou muitas missas nas fazendas desta localidade  em  1948 a 1954 celebrou na fazenda do Sr. João vieira dos santos e na fazenda do Sr. José Dias da conceição . Viajou muito montado a cavalo em suas peregrinação. Veio muitas vezes do sitio do quinto a  Fazenda Tingui  montado a cavalo era um paroquiano na cidade de jeremoabo.  veio também algumas  vezes  montado a cavalo desta cidade fazer casamento batizados e pregar a santa missa . na fazenda Tingui.

Pesquisador entrevistador escritor e editor da Historia O Sr. José Raimundo dos Santos

Pesquisado entre 1986   afirmado em 2013 concluída e  publicado 2014
Entrevistados. O Sr. João Pedro de Carvalho O Sr. José Justino de Carvalho O Sr. João Vieira Dos Santos  D. Maria Dias de Matos  o Sr. Martim José de carvalho o Sr. Valmir Inácio de Oliveira
                                                    Marinete a Jardineira
                                 Resumo da historia de um povoado em desenvolvimento.
Buscando solução para as necessidades O Sr. João Vieira dos Santos priorizou imediatamente a compra de mais um carro em 1964 uma marinete.com as característica deste estilo. melhorando assim o meios de transporte para o povo do tingui. E região trazendo  mais comunidade. Para este povoado. a pesar das péssima condições das estradas. buscou com segurança modernizar a qualidade de vida de todos. Preenchendo com grandeza as  necessidades da população. para irem a te as feiras das cidades vizinha como. Jeremoabo. Paripiranga . Bom Conselho. Simon Dias Antas e Coronel João SÁ.  e Festas de casamento nas Fazendas e pequenos povoados.

Pesquisado  entre 1986 afirmado em 2013 concluído e publicado em 2014

Divulgador e editor desta historia. O Sr José Raimundo dos Santos

Entrevistados. O Sr. José Gonçalves de Carvalho. O Sr.Fausto Heginio da Rocha
O Sr. João Pedro de Carvalho. O Sr. José Justino de Carvalho.

O Sr. José Lito de Nezinho e Sr. Benedito Carregosa dos Santos

quarta-feira, 15 de outubro de 2014


a professora  Maria Raquel do Bonfim lecionou no povoado Tingui durante quatro Anos todos os Alunos que fechou a primeira demissão da 4ª sere na Escola Silvio Mutte receberam diploma uma formalidade de uma boa leitura e muita admirada para esta povoado em que ja estava pronto para estudar a primeira demissão nasial  da 8ª sere podendo assim estudar o magistério ginasial hoje constatado ensino médio.

editor e divulgador desta  historia o Sr José Raimundo dos Santos
pesquisado entre  1986 concluída e afirmada 2013. publicada em 2014

entrevistado O Sr. José Valentim de Carvalho e D. Joselita de Oliveira    

domingo, 12 de outubro de 2014





Sr João Vieira doa Santos Conseguiu uma professora para sua fazenda.uma das suas filhas Dr. Rosalva carregosa dos Santos, no ano de 1951.a sua residência era pouco de encontrar políticos e religiosos e aposentos de padres missionários. no mandato do Sr. Prefeito Dr. Vicente de Paulo costa no ano de  1951.em um encontro. com os moradores. Da região E trabalhadores da fazenda o Sr. João Vieira falou da necessidade de uma professora para ensinar a estas  crianças  o Prefeito acatou o pedido e autorizou a patente desta professora que completou o desejo educativo.de todos os pais. Nesta época os  políticos sempre acompanhava os padres nas celebrações Religiosas nas comunidades e depois da celebração da missa casamentos e batizados. se reunia com os cabos eleitoral e chefe político para discutir as prioridades  de cada localidade no final das decisão todos os participantes era homenageadas. com um banquete muito especial esta era a forma de agradecimento   anos depois em 1956  com a formação do povoada tingui esta professora passou a ensinar também neste povoado e no ano de 1960 passou a patente de professora para sua filha Defa. que passou a ensinar.neste povoado.durante dois anos.

Pesquisador Entrevistador e editor da história O Sr José Raimundo dos Santos
Pesquisado entre 1986 afirmado 2013 concluída e publicado em 2014
Entrevistados. D. Maria Dias de Matos.  O Sr. João Pedro de carvalho

O Sr. Benedito Carregosa do Santos.   O Sr. José  lito de nezinho 
                                    
                           
  Professora Maria Raquel do Bom fim 1962 ª 1969
                      Um pequena Resumo  Da Historia Desta terra e Deste Povo
                             Formação educativa e planejamento disciplinar 

A Primeira Professora Formada que veio Lecionar no Tingui no ano de  1962  chamava se Maria Raquel Bom Fim indicada pelo o Sr José Dias de Matos que tinha grande interesse na formalidade educativa de sua família e da comunidade contratada na administração do Sr. Prefeito de Jeremoabo Abelardo Silvestre de Santana . Muita animada organizou uma festa Junina em 1964 uma quadrilha com casamento de matuto Que marcou uma linda historia para Alunos e moradores. Organizou também uma festa teatral chamado de Drama composta com vários membros. Que preencheu a juventude de Alegria e felicidade e conhecimentos  disciplinar e por participar de coisas diferente com dever e direitos educativo  para bens Professora Raquel. Sergipana Filha de Aracaju morava na Rua Espírito Santo no 116 Voltou para sua terra em 1969. E anos depois  casou se e foi embora para São Paulo. onde hoje reside no bário Jabaquara.com sua família.

Pesquisado em 1986 concluída  2013 a firmado e publicado em 2014
Entrevistados. D. Josefa Amélia de Oliveira Carvalho. O Sr. José Lito
Ornelia Siqueira da Rocha.  Jose lita de Oliveira

entrevistador  editor e escritor  o Sr. José Raimundo dos Santos 

Um pequeno resumo da historia dos tropeiros da nossa terra
Em 1945 a 1968 os tropeiros era quem abastecia esta região carregando alimentação no lombo de seus animais toda produção de farinha era escoada para ser vendidas  nas feiras de paripiranga .coronel João SÁ. Jeremoabo. Antas. E em  outros povoados no lombo dos  animais com uma cangaia que leva dois sacos de farinha de 50 kl. em cada animal na volta vinha carregado com a feira e rapadura empalhada para vender nas paradas onde desapeava a tropa para descansar. a cachaça chegava nestes povoados em barril também trazida pelo os tropeiros dois barril de 40 litros cada um. em cada animal. cada  tropa sempre era de  10 a 20 burros a produção de milho Feijão e algodão dos pequenos produtores era transportado pelo os tropeiros para ser vendido nas feiras onde tinha estrada e chegava carro.  E  compradores  de outras cidades para compra  todos os produtos destes herói. que madrugava quase todos os dias jogando sua tropa por léguas e léguas o seja quilômetros e quilômetros levando o desenvolvimento e apoio ao Homem do campo comprando suas safra.ou transportado para ganha o freto.

Nome de alguns tropeiros.
Paulo Miguel dos Santos 
cisin  da cachaça. - Joaquim camboa.  Zé Raimundo das farinha.  Andre do boqueirão
pesquisado entre 1986 afirmado em  2013  concluído e publicada em 2014
editor escritor e divulgador desta historia O Sr.  José Raimundo dos Santos

sábado, 11 de outubro de 2014

                                                             
                                                O Professor Antonio Garrincha Neto
Em 1964 o Sr. José Dias de matos conseguiu com o Prefeito de Jeremoabo O Sr. Bento Nolasco de Carvalho  um Professou Para ensinar na sua Fazenda. a seus filhos e sobrinhos e parentes e filhos  dos seus trabalhadores e vizinhos. Sua casa também era palco de encontros político. e hospedagem de Padre missionários em 1966 foi celebrado uma santa missão. esta grande festa Religiosa foi celebrada  por três pregadores da palavra de Deus. Os  missionário Frei Geraldo. Frei Humberto. E o Padre Francisco. na Sede desta Fazenda que foi construída no dia -19 -11- do ano 1948. Que se destacando e evoluindo o conhecimento dos moradores. Da região com o Sr. José Dias de Matos. Que trazia grande aproximação de encontros religiosos e políticos. Para  seus parentes e amigos em sua  casa. Que dava para todos. muita  confiança e credibilidade. E conhecimento Para o crescimento e desenvolvimento de todas as famílias. desta localidade.     
Pesquisado entre  1986 concluída em   2013  firmado e publicado 2014

Pesquisador entrevistador  e editor da Historia o Sr. José Raimundo dos Santos
Entrevistados   D. Maria Dias de Matos.  João Vieira dos Santos
João Pedro de carvalho. D. Júlia  de Zé Dias
Benedito Carregosa dos Santos

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

                                                                   
Bodega Comunitária  1986

Financiamento e patrimônio próprio vinculado da Secretaria de planejamento  e Tecnologia
Entidade Executora. Diocese  Nossa Senhora de Fátima. Paulo Afonso - BA

Associação Comunitária do Tingui através  de sua diretoria conquistou um projeto de grande importância para comunidade e seus Associados uma venda para dar condições de compra para todos. a compra a vista com desconto de 5% para o associado. compra para 15 dias com aumento de 5 % tempo de uma inflação incalculável. O. Diretor Presidente. Sr José Raimundo dos Santos. Junto com todos os diretores. reuniu com todos os Associados para Valiar a forma do crescimento. Para garantir o atendimento com mais Qualidade a todos. Da comunidade. e seus  associados Buscando também formalizar alguns  emprego para administração da bodega. Conjugando  outras atividades sociais. Para o desenvolvimento da comunidade. E o sucesso dos diretores. que tem data determinada  de administração por uma assembléia  geral decidido em uma eleição  eleito pelo o voto da maioria. Passando a ter uma nova diretoria com   nova administração.  Base   administrativa do projeto  José Raimundo dos Santos e José Gonçalves de Carvalho


Divulgador e editor da historia  José Raimundo dos Santos  publicada em 2014  

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

                                           

                                        Abastecimento de Água do Tingui

Em 1982 foi Perfurado  um poço artesiano  que ficou muito tempo lacrado e esquecido  com  a falta de interesses políticos ficou por mais de 3 anos sem estalar e a comunidade necessitando da água com urgência porque o  consumo  via de tanque ou seja fonte de chão  das fazendas vizinhas  carregado no cabeça  ou na carga no lombo de animal no período da seca o abastecimento era feita com carro pipa mais não era possível supri as necessidades em razão da água ser limitada muitas vezes aconteceu ate brigas com potes quebrados latas a maçadas.e muita água derramada na confusão.era um deus nos a cuda.  em 1986 com a fundação da Associação comunitária a diretoria  solicitou com urgência  em nome da comunidade a instalação deste poço i foi atendida a CAR negociou com  a  CRB que no prazo de 120 dias entregou  a água jorrando nas torneiras. e nos chafariz das ruas e foi entregue ao   Sr. José Raimundo dos Santos. que trabalhou durante 4 anos ligando e desligando e controlando  o abastecimento das Ruas sem receber salário. a CRB durante este data   deu a manutenção e assistência  técnica. do poço. Todos os eventos da comunidade teve a participação de dois representante O Sr. José Raimundo dos Santo e o Sr. José Gonçalves de Carvalho.

Divulgador da historia e editor O Sr. José Raimundo dos Santos
                    
                                   Ampliação do abastecimento de água do timgui

Em 1998 O Sr. José Raimundo dos Santos e José Gonçalves de Carvalho conseguiu com a CRB  através da Associação Comunitária  3 mil e 600 metro de canos de 60 para ampliar o sistema de abastecimento de água das ruas que não tinha a rede a  encanação foi feita com a participação da comunidade que fez toda a escavação a mutirão e toda instalação da rede de água das Ruas a  te as casas foi feito por José Raimundo dos Santos  e José Gonçalves de Carvalho sem receber nada por este trabalho e assim continuaram este trabalho por mais de 12 anos sem  remuneração sempre buscando solução para os problemas da comunidade discutindo e questionando a melhor Forma de se  resolver . reunindo com os órgão competentes como Prefeitura Sindicato órgão do Governo Estadual e Bancos e encontros com outras entidades para troca de experiências. organizaram um  seminário sobre Associativismo em 1988 no período de 14 a 17 de Abril. Com a participação da Igreja  representante do Governa do estado. gerente regional da CAR. Governo Municipal. União de Associações.de Juazeiro da BA. Projeção de Filmes com debates e palestras.  local do debate Igreja católica.do povoado Tingui com o apoio da administração da Igreja.    

Divagador e editor da Historia José Raimundo dos Santos. Publicada em 2014

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Pequeno Resumo. da Historia e fundação da associação comunitária do Tingui formação do primeiro grupo 1982 reuniu se 14  pequenos produtores de Farinha e discutirão o que fazer da casa de farinha construída pelo o C Pede que  estava sem funcionar a muito tempo. O Sr. João Pereira do Nascimento vendo a grande necessidade dele e dos outros produtores de farinha reuniu se na casa do Sr. João Antonio de carvalho. Juntamente Com. José Gonçalves de Carvalho. José Raimundo dos Santo . Benedito Carregosa dos Santos. José Justino de carvalho. Joza Alagoano. Secondino Rodrigues Dias. João Justino de Carvalho. Pedro Bonito e outros produtores. Todos determinados em botar a casa de farinha em funcionamento e conseguiram  em 1984 já estava produzindo farinha  De qualidade. e continuaram A luta com Varias Reuniões Por mais 2 Anos o grupo já muito forte e mais organizado com mais 46 produtores de Farinha com o mesmo objetivo e em 1987. Encontrarão a Forma legal do funcionamento da casa de farinha foi preciso fundar uma Associação para dar inicio. A outros projetos. O funcionamento de casa de farinha. A luta constante melhorou a fabricação de farinha com mais qualidade por que o plantio de mandioca era imenso. Toda região plantava muita mandioca a fabricação de farinha era manual não tinha qualidade o preço por  saco. De 50 kl. era muito baixo. com a orientação do técnico da EMATERBA O Sr.Demar. que convidou  uma  técnica de CAR a gerente Regional Ofélia Consuelo Dourado . que nos orientou. A forma  de outras conquistas. Com a formação legal de uma Associação. Como conquistamos um Trator.agrícola.  A instalação de um poço artesiano para o Abastecimento de Água para o povoado Tingui. recorremos o pedido para assinatura  do convenio  a Diocese  de Paulo Afonso e recebemos todo apoio em razão de ter adquirido o recuso e a associação não ta cadastrada e registrada e a diocese assinou estes dois convênios a pedido desta comunidade. a encanação da rede de água  para o abastecimento de cada Casa. e mais de 343 cisternas  de 5. 20. 30. mil litros para a região. 10. Kits de Irrigação 2 para comunidade jurema e 8 para as comunidades de Jeremoabo a ampliação da casa de farinha com Fornos Triturador  ralador de mandioca Peneira  Elétrica  Prensa. uma bodega.  Comunitária. Como criar um estatuto e a formação das Leis e como   registrar  Associação.  os 10 kits de irrigação foi em  1991 assinado pelo o diretor Presidente. O Sr. José Raimundo dos Santos assinou também o convenio da casa de Farinha do saco dos Tingui em 1990 assinou a inda  para este comunidade o convenio de 16 Cisternas.  

Divulgador  Editor e escritor.  José Raimundo dos Santos. Seguimento 1982 Concluída  1987. publicado em 2014



Resumo da Historia da construção da casa de Farinha comunitária e a escola de produção do tingui 1979 a 1980 o ÓRGÃO C.PEDE. construiu estas duas obras.para este povoado. com uma base estrutural de solo e cimento para energia orgânica. a Bio di gesto para iluminar estas duas obras o construtor. O Sr. José lito ficou muito ansioso com a novidade e logo comentou para a comunidade. e todos ficaram surpresos esperando a realização deste acontecimento. Mais os anos se passaram. e logo chegou a energia elétrica. E a novidade. Não foi concluída. Mais o  funcionamento da casa de farinha era preciso urgência 1984 foi concluído  a instalação dos equipamentos da casa de farinha  para dar inicio a fabricação de farinha com mais qualidade porque o plantio de mandioca era imenso. Toda região plantava muita mandioca a fabricação de farinha era manual não tinha qualidade o preço por  saco. De 50 kl era muito baixo
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Pesquisador  e Divulgador e editor da Historia  o Sr.José Raimundo dos Santos
Pesquisado entre 1986 a 2013 afirmado e publicado em 2014-
Entrevistadas. O Sr. José Lito de nezinho .O Sr. José Gonçalves de Carvalho
o Sr. João Antonio de Carvalho

Publicada. De 08/10/2014.  
      
O Tingui teve um grande mensageiro de Deus 
em 1965 o Sr. João Pedro de Carvalho. mostrava sua dedicação a Religião e a sua Igreja profetizava com o dom da sabedoria virtude estilo com a grandeza de um gigante na fé e um cordeiro na simplicidade das seus palavras este grande pastou com muitas graças enviava as mais belas mensagem de amor com grande conhecimento da palavra de Deus teve grandes ensinamentos e orientadores de bispo e padres teve a formação de um grande mestre o padre José Magalhães e frei Venâncio de Feira de Santana que mandou uma Bíblia e um livro da missão abreviada que deu muito conhecimento as suas leituras. e forma de evangelizar. sua casa era palco de hospedagem e aposentos de padres bispo e religiosos no povoado Tingui em todas as celebrações de Santa missão casamentos e batizados. no altar sempre deu seu testemunho com uma voz esplandecida e muito conhecimento da Bíblia as magia de gloria só João Pedro conhecia. suas conselhos e ensinamentos enriquecia a mente dos que lhe ouviam parecia descer do céus raios e brilhos que iluminava seus caminhos por onde andavam; todas as quaresma João Pedro era quem pregava a via sacra com um sorriso incomparável e suas lagrimas derramava quando a li falava da morte e do sofrimento de Jesus; a eternidade hoje e seu abrigo e seu repouso eterno o Tingui nuca vai lhe esquecer; nascido dia / 18 /12 /1923 Falecido dia / 30 / 01/ 2011 / a paz do Senhor e o reino de Deus que lhe de o descanso eterno    

escritor e editor e divulgador desta historia José Raimundo dos Santo
esta historia foi baseada nas participação de todas as pregação que Sr José Raimundo assistiu durante muito anos publicado em 2015