Zé Raimundo
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Tingui Lagoa do Serrote
aguarde esta historia. viver no no nordeste não e mole não
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Tingu de 1928 a 1975 como viveram os nossos antepassados qual renda das
famílias como ganhava dinheiro. Em uma época de muito trabalho escravo e muitos
poderosos do dinheiro
Plantios de Feijão milho Algodão
mandioca batata Fumo era feito braçal limpava o terreno todo na enxada as covas
cavada na enxada ou enxadeco e as mulheres faziam o plantio semeando as
sementes com as mãos em cada cova enterrando os grãos com o pé; este trabalho era
feito no período do mês de Abril e maio .todos estes pequenos agricultores
donos de pequenas propriedades não tinha
condição de pagar fazia todo o trabalho com sua família e vizinhos trocando
diária. criavam porco galinha Ovelha bode. como não tinha onde ganhar dinheiro
todos os dias da semana viviam no mato tirando mel de abelha mandasaia o mel do manduri mel do arapuá. que tinha
muito na caatinga. Tinha também no
alpendre de suas Casas muitos curtisso para criar abelha. e facilitar a
colheita do mel. Eram também caçadores de animais para alimentação da Família e
vendiam a pele de animais como Jibóia Gato do mata Tiú. tirava também o caroá
na Caatinga e faziam Corda Bogó ou seja aió e Redes. cortava também o facheiro
para fazer as ripa de suas casas que era feita de taipa. Ou enchimento ou adobo
cru e também levava as ripas para vender na feira de Paripiranga ou Simão Dias
ou Jeremoabo. cortava a imburana Serravam
e fazia tabas para fazer portas e Janelas Barri para carregar água. faziam um
caixote que dava o nome de medida baseada em 10 litros que significava 10 quilos
para medi feijão farinha milho porque não tinham balança. Tudo isto era
vendidos nas feiras. curtiam também o couro do Boi com a Casca do angico e
cinza Para fazer o Gibão afroje e percatas ou seja chinelos de couro perneiras
arreio de animais capa de Cangalha capa para cobri as cargas dos tropeiros. faziam
caborje tacas reio para os Rodão das casas de Farinha broxa pra canzil de canga
de boi e outros arreios. e vendias nas feiras livres. as mulheres ajudava algumas delas era louseira faziam o pote o porrão prato cuscuzeiro
panelas moringa frigideira de barro para cozinhar os alimentos de casa como
fazia muitas peças levavam a maior
parte destes produtos para vender nas
feiras. ticia o algodão com um fuzo para fazer renda pavio de candeeiro linha
para costurar as roupas e fazer rede de pescar para vender e fazer suas pescarias
no rio. batiam a palha do cinzal ate virar fibras para fazer cordas e lindas
bolsas para vender nas feiras livre de Paripiranga BA.ou em Sim Mão Dias estado
de SE.os homem faziam a forma de madeira com 2 ou 3 a 4 compartimento com 12
centímetro de largura e 35 de comprimento cada compartimento e batia o a doubo de
barro faziam outra forma para fazer a telha misturava barro jila e taua ate o ponto e faziam o adobo
e a telha para vender. Ou trocar em outros produtos. E construíam também suas casa com estes
materiais. Outras casas era feita de taipa ou seja enchimento ou supapo era chamada também de
casa de vara. coberta com a palha da pindoba ou casca de madeira. tirava também
o cipó no mato para fazer casuár para carregar mandioca das raças no lombo dos
Jegues para casa de farinha. fazia o bangüê sexto com o cipó ou a casca da
embira ou a palha do caroá para tirar lama de tanque outros tinha Carro de boi e
arado o carro sempre achava diária para ganha e fazer freto para levar todos
estes produtos para as feiras e fazerem suas compras a cada quinze dias. o
arado no inverno ganhava por tarefa de terra que fosse arada. Ganhava dinheiro
na colheita do algodão nas quebra de milho e arranca de feijão. e faziam também
mutirão com batalhões de homem e
mulheres para cuidar dos seus plantios e
arranca de mandioca.os fazendeiros desta região pagava a diária a estes
ganhadores de alugado como eram chamado. para cuidares das suas plantações e
seus rebanhos de animais.eles trabalhavam tombem roçando as caatinga de foice.porá o plantios
de feijão Milho Algodão abobora capim palma
Pesquisa feita entre 1986
concluída em 2013 escrita e publicada em 2017
Por José Raimundo dos Santos
Entrevistados. João Pedro de
Carvalho. Benedito Carregosa dos Santos. João Vieira dos Santos






