sábado, 22 de julho de 2017

                         Tingui.22/07/ 2017 aguarde vai ser publicada uma linda historia

Zé Raimundo
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Tingui Lagoa do Serrote 
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Tingu de 1928 a 1975 como viveram os nossos antepassados qual renda das famílias como ganhava dinheiro. Em uma época de muito trabalho escravo e muitos poderosos do dinheiro  
Plantios de Feijão milho Algodão mandioca batata Fumo era feito braçal limpava o terreno todo na enxada as covas cavada na enxada ou enxadeco e as mulheres faziam o plantio semeando as sementes com as mãos em cada cova enterrando os grãos com o pé; este trabalho era feito no período do mês de  Abril  e maio .todos estes pequenos agricultores donos de pequenas  propriedades não tinha condição de pagar fazia todo o trabalho com sua família e vizinhos trocando diária. criavam porco galinha Ovelha bode. como não tinha onde ganhar dinheiro todos os dias da semana viviam no mato tirando mel de abelha mandasaia  o mel do manduri mel do arapuá. que tinha muito na  caatinga. Tinha também no alpendre de suas Casas muitos curtisso para criar abelha. e facilitar a colheita do mel. Eram também caçadores de animais para alimentação da Família e vendiam a pele de animais como Jibóia Gato do mata Tiú. tirava também o caroá na Caatinga e faziam Corda Bogó ou seja aió e Redes. cortava também o facheiro para fazer as ripa de suas casas que era feita de taipa. Ou enchimento ou adobo cru e também levava as ripas para vender na feira de Paripiranga ou Simão Dias ou Jeremoabo.  cortava a imburana Serravam e fazia tabas para fazer portas e Janelas Barri para carregar água. faziam um caixote que dava o nome de medida baseada em 10 litros que significava 10 quilos para medi feijão farinha milho porque não tinham balança. Tudo isto era vendidos nas feiras. curtiam também o couro do Boi com a Casca do angico e cinza Para  fazer o Gibão  afroje e percatas ou seja chinelos de couro perneiras arreio de animais capa de Cangalha capa para cobri as cargas dos tropeiros. faziam caborje tacas reio para os Rodão das casas de Farinha broxa pra canzil de canga de boi e outros arreios. e vendias nas feiras livres. as mulheres  ajudava algumas delas era louseira  faziam o pote o porrão prato cuscuzeiro panelas moringa frigideira de barro para cozinhar os alimentos de casa como fazia muitas peças levavam  a maior parte destes produtos para  vender nas feiras. ticia o algodão com um fuzo para fazer renda pavio de candeeiro linha para costurar as roupas e fazer rede de pescar para vender e fazer suas pescarias no rio. batiam a palha do cinzal ate virar fibras para fazer cordas e lindas bolsas para vender nas feiras livre de Paripiranga BA.ou em Sim Mão Dias estado de SE.os homem faziam a forma de madeira com 2 ou 3 a 4 compartimento com 12 centímetro de largura e 35 de comprimento cada compartimento e batia o a doubo de barro faziam outra forma para fazer a telha misturava  barro jila e taua ate o ponto e faziam o adobo e a telha para vender. Ou trocar em outros produtos. E  construíam também suas casa com estes materiais. Outras casas era feita de taipa ou seja  enchimento ou supapo era chamada também de casa de vara. coberta com a palha da pindoba ou casca de madeira. tirava também o cipó no mato para fazer casuár para carregar mandioca das raças no lombo dos Jegues para casa de farinha. fazia o bangüê sexto com o cipó ou a casca da embira ou a palha do caroá para tirar lama de tanque outros tinha Carro de boi e arado o carro sempre achava diária para ganha e fazer freto para levar todos estes produtos para as feiras e fazerem suas compras a cada quinze dias. o arado no inverno ganhava por tarefa de terra que fosse arada. Ganhava dinheiro na colheita do algodão nas quebra de milho e arranca de feijão. e faziam também mutirão  com batalhões de homem e mulheres para cuidar dos seus plantios e  arranca de mandioca.os fazendeiros desta região pagava a diária a estes ganhadores de alugado como eram chamado. para cuidares das suas plantações e seus rebanhos de animais.eles trabalhavam tombem  roçando as caatinga de foice.porá o plantios de feijão Milho Algodão abobora capim palma  
Pesquisa feita entre 1986 concluída  em 2013  escrita e publicada  em 2017
Por José Raimundo dos Santos
Entrevistados. João Pedro de Carvalho. Benedito Carregosa dos Santos.  João Vieira dos Santos                                              

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