quinta-feira, 13 de novembro de 2014

       Carregamento  de mandioca da raça para a casa de Farinha
Em 1962 a 1983 na época da arranca da mandioca as raízes era carregada da roca a te a casa de Farinha dentro de caçoar feito de cipo uma rama muito resistente. carregada no lombo de jegue formando uma carga por cada animal isto e dois caçoar. todo trabalho a braço de Homem todo este trabalho era feito na segunda feira de cada Semana. Juntando 40 a 50 cargas para trabalhar a semana toda esta equipe vinha ajudar o dono da Farinhada em troca de diária e assim vivia esta gente no mundo de realidade no mundo de compromisso um com o outro. foi preservado estes costumes por muitos anos. a te a dispalha do milho era feita a noite em forma de mutirão e no final da dispalha uma grande cantoria com danças. E brincadeira de roda. No dia seguinte ou dias depois esta  milho era batido em um jirau  feito de vara e batido no cacete. ou debulhado batido com as costa de uma faca grande ou um facão pequeno de uma em uma espiga trabalho feito a mutirão.   

entrevistador editor e escritor o Sr. José Raimundo dos Santos

Entrevistados. Benedito Carregosa dos Santos.   João Antonio de Carvalho
José Gonçalves de Carvalho.   João Justino de Carvalho.

Pedro Manoel de Carvalho.  João Vieira dos Santos.   

sábado, 8 de novembro de 2014

A história da comunidade Jurema e surgimento dos quilombolas
 chegaram a esta comunidade que fica a beira do rio vaza Barris, vindo de Sergipe e de outras localidades fugindo do trabalho escravo das fazendas da região, que um tempo de acomodação deram ao nome dessa localidade de jurema por existir muita madeira deste porte, que ajudava na renda de suas famílias tirando a madeira para estaca de cerca que  era trocada em farinha ou animais como porco galinha ovelha cabra garantindo assim a sobrevivência, como também viviam da agricultura como o plantio de pequenas Arias de feijão, milho, algodão abobora e as mulheres ajudavam na fabricação de linhas tecidos em um fuzu, para costurar suas próprias roupas tiravam também a caroa para fazer corda, bogo, e rede para vender ou  trocar em outras coisas que eles necessitavam, viviam também da pesca e da caça  e do mel de abelha que existia muito na catinga; todos estes descendente de escravos viveram isolados da sociedade mais tem hoje as suas histórias. Como o ex escravo.o velho Quinto  que viveu nesta vila  tinha uma bodega ,e ali  tentava esquecer a marca triste da sua vida e de seus sofrimento separado do homem branco suportando alguns preconceitos.e ao longo dos anos esta vila se tornou um povoado ao redor do pequeno Sitio do Velho Quinto  e assim foi dado o nome desta comunidade  e assim se consagrou  o nome da cidade de Sítio do Quinto em sua memória como também neste município tem um engenho  que foi construído pelos escravos.Até as virgas de madeira tamanhos histórico veio de laranjeiras- estado de SE no ombro de escravos a mais de 70 Km. E quando chegaram no local da construção um dos escravo veio a Falecer.arrebentado. esta comunidade hoje totalizada mais de 32 familiar filho do Sr. José Bispo dos Santos, Santinho preto, Josefa Batista dos Santos, João Pinto, Zeca Anorio, Joaquim da Jurema, Maria Bico de nambu, Zé Camilo, Alfredo da Jurema, Maria José, Família Fulor Adélia da Jurema

Levantamento de Pesquisa entre 1982 a 2013
entrevistador editor.e escritor  o Sr. José Raimundo dos Santos

Entrevistados. Santinho Preto. Adélia Ferreira de Farias  
Resumo
Este artigo enfatiza as trajetórias sociais dos sujeitos que habitam na comunidade
quilombola da margem do Rio Vasa Barris- no município de Sitio do Quinto Bahia. Destaca-se como ocorreu a origem quilombos na organização do espaço municipal, que se formou legalmente através de uma ASSOCIAÇÃO dos ribeirinhos do sertão baiano. A origem desta comunidade está associada a esse processo de resistência, que se deu especialmente no final do ano  quando a economia agrícola  foi afetada nas pequenas Arias destes habitantes entrou em crise a traves da construção da barragem do gasparino e os movimentos de puder aquisitivo e de renda familiar diminuiu desasosegando os descendentes de escravos que aumentou na região pesquisada. Daí passou a existir uma constante circulação de uma população negra que percorria a região (incluindo nesse exemplo Jurema) em busca de terras para trabalhar. Também apresenta- se o atual cotidiano, o qual é demarcado pela necessidade de aquisição de bens materiais, necessários para a construção da dignidade humana, já que a história desses sujeitos é marcada por uma trajetória coletiva de sofrimento e pobreza.Também foram descritos as suas práticas culturais e suas tradições.e costumes Palavras-Chave: História; Terra; Identidade; Quilombos


Como viveram
Trabalhava tirando lama de tanque de chão em sexto feito de cipó carregando  na cabeça. Ou no bangüê. de couro de gado ou Feito de Caroá ou da casca da imbira  puxado por dois Homem.Plantavam em pequenas Ária  de Terra o Algodão milho e Feijão abobora mandioca na beira do rio. tirava Caroá e faziam cordas redes e bogo trocavam em outras coisas. cortava lenha e fazia carga de animal e vendia nos pequenos povoados faziam pavio de algodão para candieiro e vendia   ou trocava em outras coisas viviam da caça que pegava nas armadilhas que faziam. como arapuca. laços. zabumba de madeira. arcos badogue. 




Divertimentos
Dançavam ao som de Berimbau . Reisado bumba meu boi. Novena .Folguedo de São Gonçalo

Implantação para renda familiar
Levantamento de base de apoio e conscientização de trabalho o diretor  presidente da Associação Comunitária do tingui  o Sr José Raimundo doas Santos em 1991 assinou um convenio de 10 implantação de kits de irrigação um kit de irrigação para o grupo de Adélia da Jurema com a participação do trabalho voluntário  do próprio Sr. José Raimundo dos Santos e o Sr. José Gonçalves de Carvalho. e o Sr José João de Andrade. e com a participação da comunidade foi entregue o Kit de irrigação em funcionamento em 1992.   

Levantamento de Pesquisa entre  1982 a 2013

entrevistador editor e escritor o Sr. José Raimundo dos Santos


Entrevistados. Santinho Preto. Adélia  Ferreira de Farias  

sexta-feira, 7 de novembro de 2014


                     uma das  fonte de renda econômica da Fazenda Tingui

Casa de Farinha manual raspagem  de mandioca manual. de uma em uma raiz. com ajuda de amigos e vizinhos. um ajudando o outro para ser ajudado estas trocas de ajudas evoluiu este trabalho nas casas de Farinhas melhorando também a economia  desta região. a Fazenda Tingui. Entre 1962 a 1983. Mais de 50% destes trabalhos era troca de diária outros iam ajudar para ganha um beiju outros iam a noite por diversão casa de farinha na época das farinhadas era um adjunto de muito divertimento e encontros de namorados tinha ate brincadeira de roda e cantoria e sempre tinha um contador de historia engraçada a noite no clarão do forno ou no clarão da Lua. no terreiro da casa. as crianças. também faziam a festa e se divertia bastante. o café o almoço o jantar muito tradicional com carne de porco. ovos café torrado no caco. o café da manhã era farofa de toci de porco. batata doce aipim. com ovos estralado no oleio do torresmo. o almoço feijão farinha com carne de porco cozinhada torrada feijoada ovos e tomatinho afogado no oleio da carne. o jantar da mesma forma só diferenciava o café com beiju de massa.            

entrevistador editor e escritor o Sr. José Raimundo dos Santos

Entrevistados.  João Vieira dos Santos.  Zezé de Amâncio

João Pedro de Carvalho.  Benedito Carregosa dos Santos
                 como vivemos Tingui 1964. Casa de Farinha manual

Em 1964 a 1982 a região de fazenda Tingui era Produtora  de muita farinha o plantio de mandioca era grande todos os pequenos produtores plantava de duas a dose tarefas de mandioca trabalhava na fabricação de farinha durante um período de  uma a oito semanas seguidas de farinhada todo este trabalho manual farinha sem qualidade mais muita fartura toda produção era armazenada em saco de esteira e caixão de madeira e parte desta produção era vendido. aos tropeiros  para vender em  outras localidades estes adjuntos de trabalhadores significava para os políticos a forma  de se aproximar a cada um deles para esclarecer os seus planos  de governo e valorizar a forma desta gente trabalhar na parceria ajudando um ao outro só era pago a diária do forneiro e o prenseiro e os dois que trabalhava no rodão  e a cevadeira  de mandioca o restante de todos os trabalhos era digitório.outros trocando dia. e no final de cada farinhada  todos ganhava um beiju de tapioca. que era muito importante

Divulgador e editor da historia o Sr. José  Raimundo  dos Santos

Proprietários de casa de Farinha entre 1962 a 1984.

João Vieira dos Santos.    Zezé de Amâncio. Antônio Teotônio
Antonio Guilherme.        Zezé  Teotônio.    Justino Valentim.
Zé de Lois.       Firme do zovo.  Manoel Gato.  Ti ter.   Jonas de nezinho
o Sr. Pedrinho  
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domingo, 26 de outubro de 2014


As Origens e o Desenvolvimento do Povoado Tingui Como foi construído e como vivia esta gente.  Quais eram as diversões e qual a fonte de renda
O povoado Tingui foi fundado dia 21 03 no ano de 1954 era uma fazenda onde existiam muitos pés de Tingiu o que deu a origem do nome Tingui, no inicio era poucos os habitantes, mas, aos poucos foram chegando muitas outras pessoas interessadas a formarem um povoado, já que o Sr. José Pedro de Carvalho o popular Zezé de Belém”foi o construtor da primeira casa passou a ser considerado o fundador e um líder questionador da formação deste povoado um dos grandes idealizador.o Sr. Joza Valentim projetor  sua casa com uma bodega e logo começou a funcionar, vivia também da agricultura e pecuária e no ano de 1955 o Sr. João Vieira dos Santos construiu duas casas. e um deposito para compra Algodão e outros produtos. sua fonte de renda também era a pecuária e agricultura. Todos estes agricultores produziam muito algodão e muita farinha feijão e milho. o Sr. João Vieira era proprietário de um caminhão Ford F.4  ano 1947.e em 1953 comprou  outro Caminhão um. fargo ano 1951 comercializava  pele  de animais comprava dos moradores da região que casavam para ajudar na sobrevivência a maioria era muito pobre nem todos tinha onde trabalhar e existia muitas caca na época  e o sustento da casa via do mato. o comerciante  vendia seus produtos em Paripiranga e em Simon Dias o Sr. Antônio Valentim era comprador também de pele de animais o Sr. Rosalvo e o Sr. Emílio foram os dois animadores das festas de São Gonçalo que se chamava folguedo de são Gonçalo, as festas de casamento era muito divertida todos montados a cavalo com uma tradição muita disputada era um grande privilégio para quem  ganhasse esta corrida. quando o casamento sai da igreja o cavalheiro que corresse até a casa da noiva e pegasse um lombo primeiro espetado em um garfo e voltasse correndo e não deixasse cair e entregasse a noiva primeira. .dançava com ele na festa do casamento primeiro do que o noivo este privilégio tornava a festa muito mais animada porque era motivo de honra e orgulho para o vencedor. o Tingui pertencia ao município de jeremoabo, há 13 km do povoado de Sítio do Quinto  distrito desta  cidade  que no ano de 1989 teve sua emancipação política 1958 o Tingui por ter suas terras com o solo muito produtivo tornou-se um povoado produtor de milho, feijão, pecuária, mandioca, fumo e algodão teve também uma pequena produção de arroz no ano de 1967 e 1971 por um pequeno grupo de  produtores o Sr. José Santana e o Sr. Benedito Carregosa dos Santos que plantaram nas margem do baixão doe poços a família de Zé de Chicão que plantava nas margem do Rio vazia  Barril e sofreram muito com as cheias do Rio teve um ano que perdeu toda produção  
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Pesquisador entrevistador  editor e escritor  José Raimundo dos Santos
Pesquisados:  Entre 1986  afirmado em 20013 concluída e  publicado em  20014                                        

Entrevistados 
O Sr. João Pedro de Carvalho 
O Sr. Manoel Pedro de Carvalho 
O Sr. João Vieira dos Santos. 
O Sr. José Valentim de Carvalho.
O Sr. José  Ernesto da Conceição 
O Sr. Valmir Inácio de Oliveira. 
O Sr.José Francisco dos Santos 
Construção do cemitério do Tingui 1954  Foi  construído o muro e cresceram o cemitério em 1968
Divulgador da história do povoado Tingiu o Sr. José Raimundo dos Santos pesquisou as origem e os costumes as crenças no ano de 1986 a 2014 baseado em depoimentos das que viveram esta época e os  fundadores do povoado Tingiu, o Sr. José Pedro de Carvalho o popular Zezé do Belém e o Sr. Martim Valentim de Carvalho em 1952 conversar com D. Maria Madalena de Carvalho sobre a necessidade de um cemitério como formar e em que local D. Maria disponibilizou em seu terreno uma pequena ária e fez a doação. para  construir o cemitério. no ano de 1954; e cercaram com arame Farpado e foi entregue ao Sr. Zeca de Tete que um ano depois desistiu e foi entregue ao Sr. João Pedro de Carvalho filho de D. Maria Madalena de Carvalho. para administrar. e no ano de 1968 Sr. João Pedro de Carvalho fez uma campanha, com a participação e doações dos moradores e fazendeiro da região com muitas festinhas e leilões e a sim foi adquirido mais recursos para  crescerem o cemitério e muraram o Sr. Martim Valentim era  considerado como o pai da pobreza era proprietário de muita terra e vendia para o povo pobre pegar quando pudesse deu muita oportunidade para quem não tinha onde trabalhar. deixava a pobreza plantar maniva de mandioca na sua propriedade sem pagar renda Foi um grande parceiro da fonte de renda desta comunidade aqui cumpriu sua missão.   filaceu dia 07 de Abril de 1994 

Pesquisa entre 1986 afirmada em  2013 concluído e  publicada em 2014
Pesquisador entrevistador editor da historia  O Sr. José Raimundo dos Santos
Entrevistados. O Sr. José Gonçalves de carvalho  O Sr José Justino de Carvalho

O Sr. João Pedro de Carvalho  Jonas Ferreira  O Sr Martim  José de Carvalho                                                                    
 D. Francisca dos Poços. a Famosa Parteira