sexta-feira, 13 de março de 2015



A escassez de aguá na Fazenda  Tingui  nos anos 50. a 1973 era muito grande um dos problema muito grave para esta jente a população bebia aguá de tanque de chão ou do Rio Vaza Barris ou de minadores de aguá muita salouba   depois da formação do povoado em 1958 pegavam água  em uma fonte chamada nação no final da Rua onde toda sujeira do fundo das casas entrava nesta fonte. sem tratamento esta água era consumida. todas as manhã e todas as tardes era fileiras de mulher carregando  para suas  casa  na cabeça em pote feito de barro ou lata.  também  na carrega no lombo de jegue ou cavalo  em outras fontes água mais  limpa mas aos poucos foi se evoluindo o interesse e a vontade politica em 1968 foi construído um açude  próximo do povoada. com a cobrança dos moradores representantes e chefes politico em 1973 foi perfurado um poço artesiano movido a cata vento que veio a funcionar  em 1974. com um tanque circular de chapa galvanizada. que vivia cheio de água pela a forca do vento dando mais tranquilidade  e confiança as dona de casa e tranquilidade as famílias deste povoado

entrevistador editor e escritor O Sr. José Raimundo dos santos

entrevistados  entre  1986 a  2013 O Sr. Fausto Heginio da Rocha  O Sr. João Antonio de Carvalho.O Sr.João Pedro de Carvalho  O Sr José Gonçalves de Carvalho. publicado em 2015

quarta-feira, 11 de março de 2015



O Tingu em 1973 a 1976 teve um pequeno crescimento econômico com a produção do sinzal.que era escoada da comunidade Estaleiro da  fazenda do Sr. Pedro de João Izidio  para ser armazenado em  depositos  no povoado Tingui. toda Fibra foi transportada  para este ponto a Carro de boi a mais de 18 Km.da sua propriedade  para o ponto onde os caminhão pudesse carregar que deu oportunidade de trabalho  para  muita gente.  tinha muitas tarefas do plantio e fechou  um contrato de venda com o Sr. Cileno e o Sr. Ageu. da Cidade de Conceição  do Coite BA.  que veio fazer o corte das palhas e transformar em fibras para fazer cordas  tapetes bouças trabalhos culturais como  artesanato.mais de 75% batido em
maquina para outras atividades todas estas palhas era carregada da roça a te os motores que transformava em fibras. na carga com cangalha e gancho no lombo de jegues.

entrevistador editor e escritor O Sr. José Raimundo dos Santos

entrevistados em 1986 a 2013 Edesuita Vieira de matos . o Sr. Pedro de João  Izidio publicado em 2015
 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

       Carregamento  de mandioca da raça para a casa de Farinha
Em 1962 a 1983 na época da arranca da mandioca as raízes era carregada da roca a te a casa de Farinha dentro de caçoar feito de cipo uma rama muito resistente. carregada no lombo de jegue formando uma carga por cada animal isto e dois caçoar. todo trabalho a braço de Homem todo este trabalho era feito na segunda feira de cada Semana. Juntando 40 a 50 cargas para trabalhar a semana toda esta equipe vinha ajudar o dono da Farinhada em troca de diária e assim vivia esta gente no mundo de realidade no mundo de compromisso um com o outro. foi preservado estes costumes por muitos anos. a te a dispalha do milho era feita a noite em forma de mutirão e no final da dispalha uma grande cantoria com danças. E brincadeira de roda. No dia seguinte ou dias depois esta  milho era batido em um jirau  feito de vara e batido no cacete. ou debulhado batido com as costa de uma faca grande ou um facão pequeno de uma em uma espiga trabalho feito a mutirão.   

entrevistador editor e escritor o Sr. José Raimundo dos Santos

Entrevistados. Benedito Carregosa dos Santos.   João Antonio de Carvalho
José Gonçalves de Carvalho.   João Justino de Carvalho.

Pedro Manoel de Carvalho.  João Vieira dos Santos.   

sábado, 8 de novembro de 2014

A história da comunidade Jurema e surgimento dos quilombolas
 chegaram a esta comunidade que fica a beira do rio vaza Barris, vindo de Sergipe e de outras localidades fugindo do trabalho escravo das fazendas da região, que um tempo de acomodação deram ao nome dessa localidade de jurema por existir muita madeira deste porte, que ajudava na renda de suas famílias tirando a madeira para estaca de cerca que  era trocada em farinha ou animais como porco galinha ovelha cabra garantindo assim a sobrevivência, como também viviam da agricultura como o plantio de pequenas Arias de feijão, milho, algodão abobora e as mulheres ajudavam na fabricação de linhas tecidos em um fuzu, para costurar suas próprias roupas tiravam também a caroa para fazer corda, bogo, e rede para vender ou  trocar em outras coisas que eles necessitavam, viviam também da pesca e da caça  e do mel de abelha que existia muito na catinga; todos estes descendente de escravos viveram isolados da sociedade mais tem hoje as suas histórias. Como o ex escravo.o velho Quinto  que viveu nesta vila  tinha uma bodega ,e ali  tentava esquecer a marca triste da sua vida e de seus sofrimento separado do homem branco suportando alguns preconceitos.e ao longo dos anos esta vila se tornou um povoado ao redor do pequeno Sitio do Velho Quinto  e assim foi dado o nome desta comunidade  e assim se consagrou  o nome da cidade de Sítio do Quinto em sua memória como também neste município tem um engenho  que foi construído pelos escravos.Até as virgas de madeira tamanhos histórico veio de laranjeiras- estado de SE no ombro de escravos a mais de 70 Km. E quando chegaram no local da construção um dos escravo veio a Falecer.arrebentado. esta comunidade hoje totalizada mais de 32 familiar filho do Sr. José Bispo dos Santos, Santinho preto, Josefa Batista dos Santos, João Pinto, Zeca Anorio, Joaquim da Jurema, Maria Bico de nambu, Zé Camilo, Alfredo da Jurema, Maria José, Família Fulor Adélia da Jurema

Levantamento de Pesquisa entre 1982 a 2013
entrevistador editor.e escritor  o Sr. José Raimundo dos Santos

Entrevistados. Santinho Preto. Adélia Ferreira de Farias  
Resumo
Este artigo enfatiza as trajetórias sociais dos sujeitos que habitam na comunidade
quilombola da margem do Rio Vasa Barris- no município de Sitio do Quinto Bahia. Destaca-se como ocorreu a origem quilombos na organização do espaço municipal, que se formou legalmente através de uma ASSOCIAÇÃO dos ribeirinhos do sertão baiano. A origem desta comunidade está associada a esse processo de resistência, que se deu especialmente no final do ano  quando a economia agrícola  foi afetada nas pequenas Arias destes habitantes entrou em crise a traves da construção da barragem do gasparino e os movimentos de puder aquisitivo e de renda familiar diminuiu desasosegando os descendentes de escravos que aumentou na região pesquisada. Daí passou a existir uma constante circulação de uma população negra que percorria a região (incluindo nesse exemplo Jurema) em busca de terras para trabalhar. Também apresenta- se o atual cotidiano, o qual é demarcado pela necessidade de aquisição de bens materiais, necessários para a construção da dignidade humana, já que a história desses sujeitos é marcada por uma trajetória coletiva de sofrimento e pobreza.Também foram descritos as suas práticas culturais e suas tradições.e costumes Palavras-Chave: História; Terra; Identidade; Quilombos


Como viveram
Trabalhava tirando lama de tanque de chão em sexto feito de cipó carregando  na cabeça. Ou no bangüê. de couro de gado ou Feito de Caroá ou da casca da imbira  puxado por dois Homem.Plantavam em pequenas Ária  de Terra o Algodão milho e Feijão abobora mandioca na beira do rio. tirava Caroá e faziam cordas redes e bogo trocavam em outras coisas. cortava lenha e fazia carga de animal e vendia nos pequenos povoados faziam pavio de algodão para candieiro e vendia   ou trocava em outras coisas viviam da caça que pegava nas armadilhas que faziam. como arapuca. laços. zabumba de madeira. arcos badogue. 




Divertimentos
Dançavam ao som de Berimbau . Reisado bumba meu boi. Novena .Folguedo de São Gonçalo

Implantação para renda familiar
Levantamento de base de apoio e conscientização de trabalho o diretor  presidente da Associação Comunitária do tingui  o Sr José Raimundo doas Santos em 1991 assinou um convenio de 10 implantação de kits de irrigação um kit de irrigação para o grupo de Adélia da Jurema com a participação do trabalho voluntário  do próprio Sr. José Raimundo dos Santos e o Sr. José Gonçalves de Carvalho. e o Sr José João de Andrade. e com a participação da comunidade foi entregue o Kit de irrigação em funcionamento em 1992.   

Levantamento de Pesquisa entre  1982 a 2013

entrevistador editor e escritor o Sr. José Raimundo dos Santos


Entrevistados. Santinho Preto. Adélia  Ferreira de Farias  

sexta-feira, 7 de novembro de 2014


                     uma das  fonte de renda econômica da Fazenda Tingui

Casa de Farinha manual raspagem  de mandioca manual. de uma em uma raiz. com ajuda de amigos e vizinhos. um ajudando o outro para ser ajudado estas trocas de ajudas evoluiu este trabalho nas casas de Farinhas melhorando também a economia  desta região. a Fazenda Tingui. Entre 1962 a 1983. Mais de 50% destes trabalhos era troca de diária outros iam ajudar para ganha um beiju outros iam a noite por diversão casa de farinha na época das farinhadas era um adjunto de muito divertimento e encontros de namorados tinha ate brincadeira de roda e cantoria e sempre tinha um contador de historia engraçada a noite no clarão do forno ou no clarão da Lua. no terreiro da casa. as crianças. também faziam a festa e se divertia bastante. o café o almoço o jantar muito tradicional com carne de porco. ovos café torrado no caco. o café da manhã era farofa de toci de porco. batata doce aipim. com ovos estralado no oleio do torresmo. o almoço feijão farinha com carne de porco cozinhada torrada feijoada ovos e tomatinho afogado no oleio da carne. o jantar da mesma forma só diferenciava o café com beiju de massa.            

entrevistador editor e escritor o Sr. José Raimundo dos Santos

Entrevistados.  João Vieira dos Santos.  Zezé de Amâncio

João Pedro de Carvalho.  Benedito Carregosa dos Santos
                 como vivemos Tingui 1964. Casa de Farinha manual

Em 1964 a 1982 a região de fazenda Tingui era Produtora  de muita farinha o plantio de mandioca era grande todos os pequenos produtores plantava de duas a dose tarefas de mandioca trabalhava na fabricação de farinha durante um período de  uma a oito semanas seguidas de farinhada todo este trabalho manual farinha sem qualidade mais muita fartura toda produção era armazenada em saco de esteira e caixão de madeira e parte desta produção era vendido. aos tropeiros  para vender em  outras localidades estes adjuntos de trabalhadores significava para os políticos a forma  de se aproximar a cada um deles para esclarecer os seus planos  de governo e valorizar a forma desta gente trabalhar na parceria ajudando um ao outro só era pago a diária do forneiro e o prenseiro e os dois que trabalhava no rodão  e a cevadeira  de mandioca o restante de todos os trabalhos era digitório.outros trocando dia. e no final de cada farinhada  todos ganhava um beiju de tapioca. que era muito importante

Divulgador e editor da historia o Sr. José  Raimundo  dos Santos

Proprietários de casa de Farinha entre 1962 a 1984.

João Vieira dos Santos.    Zezé de Amâncio. Antônio Teotônio
Antonio Guilherme.        Zezé  Teotônio.    Justino Valentim.
Zé de Lois.       Firme do zovo.  Manoel Gato.  Ti ter.   Jonas de nezinho
o Sr. Pedrinho  
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